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MA FERREIRA, mulher, mãe, esposa, pedagoga por formaçao, ceramista de coração. Amante da vida e das artes. Acredito que somos a mudança que queremos no mundo. Sou uma pessoa que acredita nas pessoas e na construção de um mundo melhor. Acredito que cada pessoa está onde deveria estar. Acredito que estamos na terra para evoluir. Acredito que o ser é muito melhor que o ter. Acredito numa força divina. DEUS!!!

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quinta-feira, 30 de junho de 2011

CORUJA

Modelei as flores manualmente e quimei em baixa temperatura: 980 graus.


IRACEMA




Sou mãe coruja Assumidíssima. Mas fico feliz por Deus não ter permitido que a minha corujisse tivesse causado algum dano a educação da Bruna. Mimei, beijei, amei..enfim... Mas ela sobreviveu rsrsrs e bem!!

Ela termina o ensino fundamental este ano. Tem 17 anos. Vai prestar vestibular.
Ontem, após um ensaio de quase um ano, fui assistir a peça teatral em que depois de longos ensaios, aconteceu a estéira.
Os alunos ( por volta de 40 ), escreveram a peça baseado na obra do grande Jorge Amado, Capitães de Areia. Fizeram a adaptação do texto, cenário, figurino, trilha sonora, cenário..enfim..
Adivinhem se não sai de lá com os olhos cheio de lágrimas de tanta emoção.
Não levei flores, falha minha..
Esta foi uma maneira de homenagea-la e todos os seus amigos que fizeram parte de tão lindo espetáculo. Pena que não consegui baixar no meu computador as fotos.

Vou pedir licença ao Rodolfo, do blog http://seteramos.blogspot.com, que já me conquistou com seu talento e amizade a postar um poema que eu pedi que ele fizesse na ocasião do aniversário de 17 anos dela.

Abaixo a postagem do R.R.Barcelos:

Ma - aquela Ma, a deusa que do barro cria arte - pediu-me que fizesse um poema para uma mulher-moça-menina-anjo. Bem, deixei-me hipnotizar pela única imagem que eu tinha da minideusa, em busca de inspiração; e o que me veio à mente foi Iracema, de José de Alencar, que assim nos descreve a bela índia: "Iracema, a virgem dos lábios de mel, de cabelos negros como a asa da graúna". E assim nasceu este sonetinho.



BRUNA

Tão livres como o vôo de uma ave,
Tão negros como a asa da graúna,
Ao sopro desta brisa tão suave
Ondulam teus cabelos, bela Bruna.

E os olhos? Estes olhos misteriosos
Que deixam escapar centelhas quentes
Por entre cílios longos, cetinosos,
Faíscas que vêm só de almas ardentes!

Teu rosto franco, claro, sem enganos,
Teu riso leve, doce e rosado,
Nos lembram os dos anjos lá do céu.

Mas já em teus tão poucos, verdes anos,
Farás um coração enamorado
Aos beijos destes teus lábios de mel!
R.R. Barcellos


Bruna..te amo mais que tudo!!

Mammy


Por Ma Ferreira