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MA FERREIRA, mulher, mãe, esposa, pedagoga por formaçao, ceramista de coração. Amante da vida e das artes. Acredito que somos a mudança que queremos no mundo. Sou uma pessoa que acredita nas pessoas e na construção de um mundo melhor. Acredito que cada pessoa está onde deveria estar. Acredito que estamos na terra para evoluir. Acredito que o ser é muito melhor que o ter. Acredito numa força divina. DEUS!!!

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terça-feira, 16 de agosto de 2011

CONTRASTES

Pintei esta peça em prato de argila branca. Queimei em baixa temperatura 980 graus. Ela faz parte de
alguns trabalhos que fiz sobre a região nordeste. Aqui..um ODE a alegria. O Frevo.
OLINDA, É ASSIM QUE TE VEJO !!


                                   ABAIXO A OBRA DE FRIDA KAHLO,  THE DREAM.


cena do filme Frida, um dos mais belos filmes que assisti. 


Frida Kahlo tinha tudo para ter uma vida inexpressiva e vazia. Quando criança não se interessava por artes, teve poliomielite com 6 anos de idade, que lhe prejudicou a perna esquerda e lhe deu o apelido de perna de pau, com 18 anos sofreu um acidente que lhe deixou acamada e com dores por toda a vida e mesmo assim se tornou uma das pessoas mais icônicas e importantes do século 20.


FRIDA FEZ DO SEU DRAMA PARICULAR A SUA ARTE!!



A poliomielite deixa uma lesão no seu pé direito e, graças a isso, ganha o apelido Frida pata de palo (ou seja, Frida perna de pau).
A partir disso, ela começou a usar calças e depois, longas e exóticas saias, que vieram a ser uma de suas marcas pessoais.
Ao contrário de muitos artistas, Kahlo não começou a pintar cedo. Embora o seu pai tivesse a pintura como um passatempo, Frida não estava particularmente interessada na arte como uma carreira.
Em 1925, aos 18 anos aprende a técnica da gravura com Fernando Fernandez. Porém sofreu um grave acidente. Tal acidente fez a artista ter de usar vários coletes ortopédicos de materiais diferentes, chegando inclusive a pintar alguns deles (por exemplo, o colete de gesso na  intitulada “A Coluna Partida”).
Durante a sua longa convalescença, começou a pintar com uma  de tintas que pertenciam ao seu pai, e com um cavalete adaptado à cama.
A sua vida sentimental também parece ter sido muito conturbada, tendo sido casada, por duas vezes, com Rivera, o famoso muralista mexicano, cerca de 20 anos mais velho do que ela.
Nas telas, Frida pintava muito sobre a sua própria realidade: Suas dores físicas, mentais, no casamento, sua admiração pelo povo mexicano e repugnância ao imperialismo norte-americano e europeu, etc.
Vamos agora falar da classificação de sua arte.
Diziam que ela não gostava de ser classificada como surrealista, mentira, apesar de ser ela não aceitava ser classificada como tal (“Pensaram que eu era surrealista, mas não era nunca pintei sonhos, pintava minha própria realidade.”).
Quando conhecemos o mínimo sobre a sua vida vemos que a sua pintura não é incoerente com a realidade, abstrata, fora do normal ou imaginária, ou seja, surrealista
Textos tirados  da internet.

Por Ma Ferreira